Pessoal, selecionei este post para tentar nos ajudar. Bora colocar as dicas em prática, hein! (principalmente eu que sou estagiário da prefeitura do R*)
Alguns argumentos frequentemente usados podem causar constrangimento e ainda contar ponto negativo na hora de negociar
Da Redação do pe360graus.com
Difícil achar quem não queira um aumento no salário. Mas falar com o chefe sobre o assunto é algo meio delicado para muita gente. É importante ter cuidado com algumas atitudes que podem causar constrangimento e ainda deixar o salário do mesmo jeito.
“Eu queria ganhar mais. Só assim para dar mais conforto, saúde e educação para a família da gente”, falou o assistente financeiro, Carlos Rodolfo.
Mas não é só ter vontade, é preciso pedir o aumento. “Já tive vontade, mas nunca tive coragem de pedir. Não que eu não mereça, mas nunca tive coragem”, contou a auxiliar de enfermagem Micheline Ribeiro.
Muitos que tiveram coragem e pediram aumento e se arrependeram. “É constrangedor, não me senti a vontade não”, contou o assistente administrativo Daniel Colares.
Para evitar decepções como essa é bom se preparar com quem sabes sobre o assunto. A professora de etiqueta profissional Elenice Godoy dá algumas dicas sobre o que não fazer na hora da negociação. São alguns argumentos comuns que não devem ser usados na hora de negociar.
O primeiro erro apontado pela professora é o famoso “estou há muito tempo sem aumento”. “Você já começa perdendo muitos pontos. Aí surge a indagação. Os outros também não estão o mesmo tempo sem aumento? É uma política da empresa dar aumento?”, argumentou Elenice Godoy.
Segundo ela, uma postura mais gentil pode facilitar a negociação. “Por que na começar perguntando, por exemplo, ‘o que eu poderia fazer para ganhar um pouco mais ou será que eu poderia fazer alguma coisa para conseguir um cargo melhor e assim ganhar mais’”, sugeriu a professora.
Se comparar com o colega de trabalho também não é nada bom. “Dizer ‘eu faço as mesmas coisas que fulano e ele ganha bem mais que eu’ mostra que você tem inveja do outro profissional”, explicou.
Dizer que é o primeiro a chegar e o último a sair da empresa é algo proibido. “Assim você está querendo dizer que é o melhor, que é essencial a empresa e tal. Não é bom. A melhor forma de mostrar a sua importância no trabalho é trabalhando”, aconselhou.
Meu filho vai casar, minha mãe precisa fazer uma operação ou o que eu ganho não é suficiente para manter o meu padrão de vida são argumentos que estão fora de cogitação. “Ou você trabalha mais para que as pessoas reconheçam isso, ou então você já vai procurando outras oportunidades que paguem melhor”, recomendou.
A professora Elenice Godoy também alertou para algo impensável: negociar o valor ou o percentual de aumento. “Ao barganhar o seu salário, você está se diminuindo diante do outro. É uma atitude até feia”, falou.
Para Elenice Godoy, o melhor mesmo é seguir o exemplo representante comercial Rodrigo Oliveira: se você acha que ganha menos do que merece, não peça aumento; peça demissão. “Eu creio que o empresário, o empreendedor deva perceber que o devido valor de cada profissional. Quando ele não percebe, eu vejo que está na hora do profissional mudar de emprego. Foi o que aconteceu comigo”, contou.
“Eu queria ganhar mais. Só assim para dar mais conforto, saúde e educação para a família da gente”, falou o assistente financeiro, Carlos Rodolfo.
Mas não é só ter vontade, é preciso pedir o aumento. “Já tive vontade, mas nunca tive coragem de pedir. Não que eu não mereça, mas nunca tive coragem”, contou a auxiliar de enfermagem Micheline Ribeiro.
Muitos que tiveram coragem e pediram aumento e se arrependeram. “É constrangedor, não me senti a vontade não”, contou o assistente administrativo Daniel Colares.
Para evitar decepções como essa é bom se preparar com quem sabes sobre o assunto. A professora de etiqueta profissional Elenice Godoy dá algumas dicas sobre o que não fazer na hora da negociação. São alguns argumentos comuns que não devem ser usados na hora de negociar.
O primeiro erro apontado pela professora é o famoso “estou há muito tempo sem aumento”. “Você já começa perdendo muitos pontos. Aí surge a indagação. Os outros também não estão o mesmo tempo sem aumento? É uma política da empresa dar aumento?”, argumentou Elenice Godoy.
Segundo ela, uma postura mais gentil pode facilitar a negociação. “Por que na começar perguntando, por exemplo, ‘o que eu poderia fazer para ganhar um pouco mais ou será que eu poderia fazer alguma coisa para conseguir um cargo melhor e assim ganhar mais’”, sugeriu a professora.
Se comparar com o colega de trabalho também não é nada bom. “Dizer ‘eu faço as mesmas coisas que fulano e ele ganha bem mais que eu’ mostra que você tem inveja do outro profissional”, explicou.
Dizer que é o primeiro a chegar e o último a sair da empresa é algo proibido. “Assim você está querendo dizer que é o melhor, que é essencial a empresa e tal. Não é bom. A melhor forma de mostrar a sua importância no trabalho é trabalhando”, aconselhou.
Meu filho vai casar, minha mãe precisa fazer uma operação ou o que eu ganho não é suficiente para manter o meu padrão de vida são argumentos que estão fora de cogitação. “Ou você trabalha mais para que as pessoas reconheçam isso, ou então você já vai procurando outras oportunidades que paguem melhor”, recomendou.
A professora Elenice Godoy também alertou para algo impensável: negociar o valor ou o percentual de aumento. “Ao barganhar o seu salário, você está se diminuindo diante do outro. É uma atitude até feia”, falou.
Para Elenice Godoy, o melhor mesmo é seguir o exemplo representante comercial Rodrigo Oliveira: se você acha que ganha menos do que merece, não peça aumento; peça demissão. “Eu creio que o empresário, o empreendedor deva perceber que o devido valor de cada profissional. Quando ele não percebe, eu vejo que está na hora do profissional mudar de emprego. Foi o que aconteceu comigo”, contou.
FONTE: pe360graus.com
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